segunda-feira, 27 de abril de 2009

Amigos de 4 patas


Este post é para todos aqueles que têm amigos de 4 patas, sejam eles cães ou gatos. Sim porque estes amigos, não se importam se temos ou não cabelo, se temos lcds, dvds, lençois de linho ou carros super rápidos.

O que querem é estar comnosco, receber carinhos, beijinhos, água fresca e comidinha. Em troca, são sempre fiéis, fazem uma festa quando chegamos a casa e no inverno aquecem os nossos pés.

Por isso hoje venho divulgar um apelo da União Zoófila. Já que não podemos trazer todos os bichos para casa, pode ser que possamos ajudar a alimentar muitos bicharocos que ainda não encontraram uma família.

UNIÃO ZOÓFILA - Ajuda e Protecção aos Cães e Gatos Abandonados Apelo Urgente para DonativosA União Zoófila atravessa um momento muito difícil com grande carência económica e financeira.Os recursos financeiros existentes presentemente são insuficientes para garantir os cuidados diários que os 700 animais que acolhemos exigem, designadamente alimentação, tratamentos veterinários, manutenção e limpeza.
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A União Zoófila está a necessitar com alguma urgência restabelecer os seus stocks de alimentos para se preparar para os meses vindouros. O ano passado uma campanha semelhante gerou uma grande entrada de alimentos que nos permitiu alimentar os nossos animais durante quase um ano sem problemas. Neste momento a UZ apenas conseguirá manter doses normais de alimentação durante o próximo mês. Como tudo na vida as nossas necessidades são cíclicas e chegou a altura de termos novamente de restabelecer as nossas provisões.
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O nosso maior consumo é de ração mas existe sempre uma necessidade de latas de comida para cão em patê (não pedaços) utilizada para camuflar os medicamentos que os animais necessitam de tomar, muitos diariamente. Agradecemos a entrega das rações e latas no nosso albergue.
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Se nos entregar o recibo de compra pode ser passado um recibo de doação para fins de abatimento no IRS.
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Pode entregar os seus donativos aqui.
União Zoófila Serviços Administrativos: Av. Conde Valbom 82 - r/c Esq. 1050 -069 Lisboa Tel: 217974198 Sede e Albergue: Rua Padre Carlos dos Santos - S. Domingos Benfica (detrás da Igreja Furnas)

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Maldito herpes...

Segunda-feira comecei a sentir a mão queimada, achei que a tinha encostado a alguma panela quente e não liguei. Terça e quarta a dor foi aumentando e à noite apareceram umas bolhas. Percebi logo que deveria ser herpes. Só não sabia que podia aparecer nas mãos.
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Durante a noite as dores foram aumentando e hoje pela manhã, lá fui eu a caminho das urgências do ipo. Resultado, apanhei herpes. O vírus do herpes é um vírus oportunista que aproveita para dar o ar da sua graça quando o sistema imunitário está debilitado.Já estou medicada, mas as dores, que são horriveis, ainda não passaram.
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Quando cheguei a casa, ligámos a tv e estava a dar um programa de homenagem à Simone de Oliveira. E quem é que apareceu a falar sobre ela? As nossas meninas do Rosa, Esperança. As meninas são assim, agora estão em todo o lado e eu tenho muito orgulho em ser vossa amiga.
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Por falar em Rosa, Esperança, no Domingo agarrei na minha mãe e fui novamente ver a peça em Rio Maior, já que era o último dia, que a peça estava em cena. Foi muito bom ter ido com a minha mãe, já que ela em tempos, mais ou menos à 30 anos, lá tinha vivido.
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Fomos ver a casa da minha bisavó, as ruas por onde ela passeava e por onde namorava com o meu pai. Ficou muito admirada por estar tudo tão diferente, tão evoluido. Foi uma tarde muito agradável.
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Mas a cereja em cima do bolo, foi de facto ver e rever a peça. A minha mãe ainda não tinha assistido e ficou muito emocionada. Chorou o tempo todo. Não é fácil para mim ver a peça, mas para ela também não deve ter sido pera doce.
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Não sei se já havia contado, mas a minha avó materna, a mãe da minha mãe, faleceu de cancro da mama, mas já foi há 26 anos. Também a minha avó foi tratada no Ipo. Eu acho que durante a peça e durante estes doi anos e meio a minha mãe deve ter vivido momentos terriveis. A sua mãe e a sua filha a padecerem de doenças oncológicas.
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Parece que no meu caso a história vai ter um final feliz. Bom, mas voltando à peça, de facto foi magnífica e apesar das emoções fortes, fiquei muito feliz de a voltar a ver.
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No final, fui abordada por uma senhora que estava na plateia e que está neste momento a lutar contra o cancro da mama e tentei dentro das minhas possibilidades e com a ajuda da Manuela, transmitir-lhe uma mensagem de força e esperança.
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Este dia também teve a particularidade de finalmente ter conhecido mais umas amigas pessoalmente, nomeadamente a minha querida Natty que me presenteou com uma bela lembrança. Obrigada. Também conheci outras amigas, mas com a emoção esqueci os vossos nomes. Não me levem a mal, eu sou um bocado loira....
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Estou deserta por vos encontrar novamente, mas desta vez com um pouco mais de tempo, para podermos conversar.
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Beijocas grandes para todos.
Gigi
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PS - Resposta à Vera Jacinto - Minha querida, todas as pessoas, em princípio podem ser dadoras de medula. Na primeira vez que se vai dar um bocadinho de sangue, para análise, os técnicos fazem imensas análises para ver se de facto podes vir a ser uma eventual dadora. beijinhos e obrigada pela tua doação.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

8 sessões

Amigas,

já fiz 8 sessões de rádio e até agora está a correr tudo bem, nem um sinal de queimadura na pele e também ainda não há qualquer vestígio de mucusite.

O pior é a máscara que tenho que por na cabeça, para impedir que mexa a cabeça. Foi uma máscara que foi feita à minha medida no primeiro dia e fica tão justinha, tão justinha que nem consigo abrir os olhos. Já pedi para me darem a máscara quando acabar os tratamentos para depois vocês verem, é medonha.

Ontem, fui finalmente tirar o sinal que tinha na cabeça, graças aos deuses não me raparam o cabelo, mas custou mais do que eu estava à espera, o sinal era grandote, não à superfície, mas estava "enterrado". Logo levei 4 pontos para deixar de ser engraçada. Doi-me um bocado, mas dentro de dias já não deve doer nada. Agora vai para análise para ver se era maligno.

De resto está tudo bem, já começo a ter um bocadinho mais de sono por causa da rádio, mas nada de preocupante. Tenho bebido tanta água quanto possível, o que no meu caso é bastante pouco, eu sei, mas não consigo beber mais.

Já fiz os IRSs da primeira volta, de familiares e amigos que me pediram, agora tenho mais um para fazer desta nova leva é assim que tenho passado os meus dias.

beijocas
Gigi- empregnada em Biafine

domingo, 12 de abril de 2009

Fabulástico!!!

Amigos,

tenho tantas coisas para vos contar que nem sei por onde começar....

O Teatro, foi maravilhoso, vale mesmo a pena irem ver. Saímos daqui de casa mais a Lina e o Quim, pelo caminho apanhamos a Lia e lá fomos nós rumo a Rio Maior. Chegamos bastante cedo e tivemos o privilégio de ter uns momentos com as nossas actrizes e actores. Fomos jantar a uma pizzaria muito fixe e só depois nos dirigimos para o cine-teatro de Rio Maior.

Ao chegarmos à porta do cine-teatro, estava um coro de gospel e lá circulámos nós pela passadeira rosa.

A peça, não é fácil, não é para rir, mas é maravilhosa, faz-nos reflectir e para nós que já passamos por esta doença merdosa, então a nós, toca-nos particularmente. No entanto, é transmitida uma mensagem de esperança, de luta, de que é possível vencer o cancro, seja ele da mama, do sangue ou da pele.

Adorei conhecer algumas das meninas que ainda não conhecia, como a Cris Vic, a Liliana e a Manuela, adorei-vos.


Já comecei a rádio, terei de fazer 18 sessões, 4 já cá cantam, por agora sinto-me bem, tenho posto o biafin, tenho de me besuntar à frente e atrás já que faço radiação no tórax e nas costas. As técnicas são muito simpáticas, mas tenho-me sentido um bocado desamparada, sinto falta de ter um médico sempre presente para me ir respondendo às 35 questões que me passam pela cabeça diariamente.

Quero aproveitar para mandar uma beijoca ao meu irmão Jorge Miguel, que completou à dias 15 primaveras.

De resto está tudo ok, amanhã recomeço as sessões de rádio e pronto.

Beijinhos para todos.

Gigi

quinta-feira, 26 de março de 2009

Joaninha....parabéns.


Joaninha estava em Tókio quando tirou esta foto. Muitos parabéns, minha irmã pirosa.
Logo à noite, vai ser em grande.
Grandes também têm sido estes dias, com este sol maravilhoso. Finalmente começo a sentir-me melhor.
Ando bem disposta, radiante, feliz, mas também não é para menos. Dia 30 de Março, vou finalmente fazer as marcações e tatuagens para começar a rádio. Já tenho 2 tatuagens e agora vou ficar com 3.
Já sei que vou fazer 18 sessões, mas não sei quando começo, mas espero já ter alguma ideia na próxima 2ª feira.
beijocas para todos
Gigi




quinta-feira, 19 de março de 2009

Ninguém pode perder......

Eu já tenho o meu bilhete, portanto me aguardem na vossa estreia.



Beijinhos grandes.



Gigi.



Como hoje é dia do Pai, quero mandar uma beijoca ao meu pai e uma beijoca para o Jota que é "pai" da Matilda.

segunda-feira, 16 de março de 2009

Rosa, Esperança


Amigas do meu coração, sei que tenho sido um pouco negligente com vocês, mas espero que me perdoem e que compreendam.
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Não tenho dado, no meu blog, e só no blog, o realce que este vosso projecto merece, mas agora que perece que tudo voltou um pouco mais ao normal não podia deixar de vos homenagear.
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Mas para variar também quero fazer um apelo, como sabem, quando os bilhetes foram postos à venda, eu estava num stress desgraçado. E como tal, não me lembrei de fazer a reserva dos bilhetes para a grande estreia.
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Já houve umas almas caridosas que me despensaram 2 bilhetes, para este grande dia, mas precisavade mais 1. Portanto se alguma de vós tiver um bilhetinho a mais que me possa dispensar, eu ficaría eternamente grata.
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Foram todos com tanta sede ao pote, que na sexta-feira quando contactei a bilheteira, fiquei a saber que já não havia lugares. Vá lá é só um bilhete, até posso ficar de pé, ou sentada nas escadas, o que não posso é deixar de estar presente para vos abraçar neste dia tão especial.
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E agora algo sobre esta peça:
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"Encenador Rui Germano prepara “Rosa Esperança” em Rio Maior Uma peça de teatro contra o cancro da mama.

Primeiro foi mãe. Ultrapassou um cancro da mama há 26 anos. Depois a amiga Cláudia partiu muito cedo. “Rosa Esperança”, uma peça de teatro encenada por Rui Germano, conta histórias reais de sete mulheres que enfrentaram a doença e vai ser apresentada em Rio Maior.
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Um jovem encenador de Rio Maior, advogado de profissão, está a preparar um espectáculo de teatro baseado em histórias reais de mulheres que enfrentaram o cancro da mama. Rui Germano, 37 anos, é o “comandante”, como lhe chamam nos ensaios que decorrem no Cine-Teatro de Rio Maior aos domingos. Elas são sete mulheres com histórias diferentes, mas com uma coisa em comum: o cancro da mama.
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O projecto do grupo “Quem não tem cão” (http://equemnaotemcao.blogspot.com/) arrancou em Outubro e vai estrear a 4 de Abril na cidade. Qualquer semelhança com a realidade é intencional. A base é real, mas as experiências estão baralhadas propositadamente. “Realidade e a ficção estão de tal forma embrulhadas que nós próprios já temos dificuldade em perceber se isto foi mesmo assim ou não”, diz o encenador que reuniu as histórias de “Rosa Esperança”. Rosa, nome de mulher e da luta contra o cancro da mama. “Esperança porque é aquilo que todas as mulheres têm quando iniciam este processo”, diz o encenador.A história relata a evolução da doença. A descoberta, a ida ao médico, o medo do diagnóstico, o internamento, a cirurgia e os tratamentos. “Não há aqui traição, nem amor, nem suspense”, avisa o encenador."
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beijocas grandes Gigi.