Finalmente comecei a melhorar, ainda não estou boa, mas já me começo a sentir melhor.
Agora foi o meu combinado que berrou. Um dia começou a fazer imenso gelo e uma semana depois, pifou. Pifou e descongelou-se todo, com tudo o que tinha lá dentro, carne, peixe, legumes, gelados e todas as coisas que temos dentro de um frigo.
É a segunda vez que isto me acontece. O primeiro combinado, era um Ariston, 4 anos depois, aconteceu exactamente a mesma coisa. Contactada a marca, fui informada que aquele modelo tinha vindo com defeito, mas como já havia passado o período de garantia, a única coisa que podiam fazer era uma venda comparticipada.
Vendiam-nos um novo, outro modelo, mas por metade do preço. Como a Indesit fazia agora parte do grupo, mandamos vir um Indesit.
4 anos depois acontece o mesmo.
Portanto, nem Ariston, nem Indesit, voltam a pisar aqui em casa.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Estou mais doente
Pois é, como não me estava a sentir melhor, ontem decidi fazer uma visita à urgência do IPO logo pela fresca.
para grande falta de sorte, a minha médica estava de férias. E assim, lá me fui inscrever na urgência, para ser vista por um médico.
4 horas depois, 2 análises ao sangue e um rx ao tórax, a médica confirmou, a faringite passou, mas virou infecção respiratória. Mandou-me tomar outro antibiótico ( estou a tomar 2 em simultâneo), beber muita água e ter paciência.
E pronto, cá estou eu em casa, à espera de melhorar, enfrascada em medicamentos. Tenho aproveitado para ler bastante. Um dia deste coloco aqui outra sugestão de leitura.
Gigi
Felizmente que o Jota já está melhor.
para grande falta de sorte, a minha médica estava de férias. E assim, lá me fui inscrever na urgência, para ser vista por um médico.
4 horas depois, 2 análises ao sangue e um rx ao tórax, a médica confirmou, a faringite passou, mas virou infecção respiratória. Mandou-me tomar outro antibiótico ( estou a tomar 2 em simultâneo), beber muita água e ter paciência.
E pronto, cá estou eu em casa, à espera de melhorar, enfrascada em medicamentos. Tenho aproveitado para ler bastante. Um dia deste coloco aqui outra sugestão de leitura.
Gigi
Felizmente que o Jota já está melhor.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Estamos doentes....
Olá amigas,
pois é com este calor, com o ar condicionado, as ventoinhas, as correntes de ar, apanhei uma faringite, o meu ponto fraco, a garganta.
Telefonei para o IPO e a médica disse-me para começar a tomar antibiótico, assim fiz.
Estou com uma farfalheira enorme, sempre a tossir e rouca.
Pois é, mas agora o pior é que passei ao Jota e estão a imaginar 2 pessoas doentes em casa? Pior, estão a imaginar-me doente em casa, com um marido também doente?
Pior ainda, sexta-feira, tenho que ir a mais uma verificação da Segurança Social. É a 4ª vez que me chamam no espaço de 1 ano.
A médica, já me fez o relatório, mas já me avisou, só lá ponho os pés se estiver melhor, caso contrário fico em casa.
Tanto cuidado para não ficar doente, para não apanhar gripe A e fui apanhar uma vulgar faringite, é preciso ter pouca sorte.
Beijocas
Gigi
pois é com este calor, com o ar condicionado, as ventoinhas, as correntes de ar, apanhei uma faringite, o meu ponto fraco, a garganta.
Telefonei para o IPO e a médica disse-me para começar a tomar antibiótico, assim fiz.
Estou com uma farfalheira enorme, sempre a tossir e rouca.
Pois é, mas agora o pior é que passei ao Jota e estão a imaginar 2 pessoas doentes em casa? Pior, estão a imaginar-me doente em casa, com um marido também doente?
Pior ainda, sexta-feira, tenho que ir a mais uma verificação da Segurança Social. É a 4ª vez que me chamam no espaço de 1 ano.
A médica, já me fez o relatório, mas já me avisou, só lá ponho os pés se estiver melhor, caso contrário fico em casa.
Tanto cuidado para não ficar doente, para não apanhar gripe A e fui apanhar uma vulgar faringite, é preciso ter pouca sorte.
Beijocas
Gigi
sexta-feira, 14 de agosto de 2009
Vamos lá saber mais....
Hoje trago-vos uma explicação sobre os Linfomas, principalmente dobre os Linfomas de Hodgkin.
Causa
A doença é mais frequente no sexo masculino do que no feminino (numa proporção aproximada de 3 para 2). A doença de Hodgkin apresenta-se em qualquer idade, embora seja muito rara antes dos 10 anos. É muito frequente em pessoas de 15 a 34 anos e em maiores de 60. Desconhece-se a causa, embora alguns especialistas suspeitem de um vírus, tal como o de Epstein-Barr (responsável pela Mononucleose). Contudo, a doença não parece contagiosa.
Sintomas
A doença de Hodgkin é descoberta quando se nota um aumento de volume dos gânglios linfáticos, muitas vezes no pescoço, mas por vezes na axila ou nas virilhas. Embora habitualmente não cause dor, o gânglio aumentado pode ser doloroso durante algumas horas depois da ingestão de grande quantidade de álcool. Ocasionalmente, os gânglios linfáticos aumentados encontram-se em zonas muito profundas do peito ou do abdómen, não são dolorosos e detectam-se por meio de radiografias do tórax ou por uma tomografia axial computadorizada (TAC) realizadas por outras razões.
Além do aumento dos gânglios linfáticos, a doença de Hodgkin por vezes produz outros sintomas, como febre, suores nocturnos e perda de peso. Por razões desconhecidas, o indivíduo pode notar prurido intenso na pele. Algumas pessoas apresentam febre de Pel-Ebstein, um quadro pouco usual de temperatura elevada durante vários dias, que alterna com temperatura normal ou abaixo do normal durante dias ou semanas. Podem apresentar-se outros sintomas, dependendo do local onde se estão a desenvolver as células do linfoma. Podem faltar os sintomas ou então manifestarem-se muito poucos.
Diagnóstico
Na doença de Hodgkin, os gânglios linfáticos habitualmente crescem sem causar dor e de forma lenta, sem infecção aparente. O rápido aumento de volume dos gânglios linfáticos (que pode ocorrer quando uma pessoa está constipada ou sofre de uma infecção) não é uma característica da doença de Hodgkin. Se os gânglios linfáticos continuam grandes durante mais de uma semana, o médico pode suspeitar que se trata da doença de Hodgkin, sobretudo se a pessoa também tem febre, suores nocturnos e perda de peso.
As anomalias na contagem de células sanguíneas e outras análises de sangue podem proporcionar dados que apoiem o diagnóstico, mas para o estabelecer definitivamente deve-se efectuar uma biopsia do gânglio linfático afectado, a fim de detectar a presença ou ausência de células de Reed-Sternberg.
Amanhã há mais.
beijokitas
Gigi
A doença de Hodgkin (linfoma de Hodgkin) é um tipo de linfoma que se caracteriza por possuir um tipo particular de célula cancerosa, chamada célula de Reed-Sternberg, que na análise ao microscópio apresenta características particulares.
As células de Reed-Sternberg são linfócitos cancerosos grandes com mais de um núcleo. Observam-se no exame ao microscópio de uma amostra de biopsia do tecido dos gânglios linfáticos.
A doença de Hodgkin classifica-se em quatro tipos consoante as características microscópicas do tecido.
As células de Reed-Sternberg são linfócitos cancerosos grandes com mais de um núcleo. Observam-se no exame ao microscópio de uma amostra de biopsia do tecido dos gânglios linfáticos.
A doença de Hodgkin classifica-se em quatro tipos consoante as características microscópicas do tecido.
Causa
A doença é mais frequente no sexo masculino do que no feminino (numa proporção aproximada de 3 para 2). A doença de Hodgkin apresenta-se em qualquer idade, embora seja muito rara antes dos 10 anos. É muito frequente em pessoas de 15 a 34 anos e em maiores de 60. Desconhece-se a causa, embora alguns especialistas suspeitem de um vírus, tal como o de Epstein-Barr (responsável pela Mononucleose). Contudo, a doença não parece contagiosa.
Sintomas
A doença de Hodgkin é descoberta quando se nota um aumento de volume dos gânglios linfáticos, muitas vezes no pescoço, mas por vezes na axila ou nas virilhas. Embora habitualmente não cause dor, o gânglio aumentado pode ser doloroso durante algumas horas depois da ingestão de grande quantidade de álcool. Ocasionalmente, os gânglios linfáticos aumentados encontram-se em zonas muito profundas do peito ou do abdómen, não são dolorosos e detectam-se por meio de radiografias do tórax ou por uma tomografia axial computadorizada (TAC) realizadas por outras razões.
Além do aumento dos gânglios linfáticos, a doença de Hodgkin por vezes produz outros sintomas, como febre, suores nocturnos e perda de peso. Por razões desconhecidas, o indivíduo pode notar prurido intenso na pele. Algumas pessoas apresentam febre de Pel-Ebstein, um quadro pouco usual de temperatura elevada durante vários dias, que alterna com temperatura normal ou abaixo do normal durante dias ou semanas. Podem apresentar-se outros sintomas, dependendo do local onde se estão a desenvolver as células do linfoma. Podem faltar os sintomas ou então manifestarem-se muito poucos.
Diagnóstico
Na doença de Hodgkin, os gânglios linfáticos habitualmente crescem sem causar dor e de forma lenta, sem infecção aparente. O rápido aumento de volume dos gânglios linfáticos (que pode ocorrer quando uma pessoa está constipada ou sofre de uma infecção) não é uma característica da doença de Hodgkin. Se os gânglios linfáticos continuam grandes durante mais de uma semana, o médico pode suspeitar que se trata da doença de Hodgkin, sobretudo se a pessoa também tem febre, suores nocturnos e perda de peso.
As anomalias na contagem de células sanguíneas e outras análises de sangue podem proporcionar dados que apoiem o diagnóstico, mas para o estabelecer definitivamente deve-se efectuar uma biopsia do gânglio linfático afectado, a fim de detectar a presença ou ausência de células de Reed-Sternberg.
Amanhã há mais.
beijokitas
Gigi
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Com amizade

Como eu gostaria de ser maior, ser mais, mais forte, mais sábia, mais amiga.
Ter o dom da palavra, para apaziguar corações, fazer sorrir, evitar que chorem.
Ter o poder da cura, para mim, para os meus, para outros.
Possuir o dom do perdão e não ligar a provocações.
Como gostaria que os meus braços fossem maiores e mais fortes, para poder abraçar todos os que sofrem e puxar alguns para que não se afoguem.
Mas principalmente, hoje, gostaria de não ter sido parca em palavras e ter dito à minha amiga Manuela, que a adoro, que sofro com ela e que quero que ela e todas as amigas do peito e do coração saibam que vivem em mim, que o meu coração tb bate por elas.
E apesar de todas as minhas fraquezas, por mim, pelos meus e por elas, quero e vou continuar a lutar, mesmo quando as lutas não são inteiramente minhas e quando julgava que as forças já se haviam acabado.
Porque posso não possuir todos os dons que fariam de mim uma pessoa melhor, mas sem falsas modéstia posso dizer que sou tua amiga e que estarei sempre aqui para te abraçar.
Com amizade
Gigi
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
terça-feira, 11 de agosto de 2009
Mais uma sugestão de leitura

Pois é, eu avisei que havia recomeçado a ler.....
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No seguimento do meu despertar sobre este tema, encontrei este livro maravilhoso, não fala sobre Angola, mas sim da Guiné e de Moçambique.
No seguimento do meu despertar sobre este tema, encontrei este livro maravilhoso, não fala sobre Angola, mas sim da Guiné e de Moçambique.
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Apesar de se passar durante a guerra colonial, não deixa de ser um livro apaixonante e a forma como a história nos é apresentada, é bastante inovadora.
Apesar de se passar durante a guerra colonial, não deixa de ser um livro apaixonante e a forma como a história nos é apresentada, é bastante inovadora.
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Recomendável.
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No decorrer do mês de Dezembro, recebi mais um monte de cartas. Passei-as como quem folheia ansiosamente as folhas de um livro. Depois de me aperceber que o silêncio de Isabel permanecia, fui separando os envelopes, um a um: lá estavam a fiéis cartas da minha mãe, do meu pai, da Leonor. Mas senti um impulso de não as abrir. Naquele particular momento, sem influência do álcool, da noz de cola, só, naquela pujante e inebriante natureza, senti-me profundamente ligado a África e interiorizei que nunca mais de lá sairia. Em termos de paixão, só Isabel me ligava a Portugal.
No decorrer do mês de Dezembro, recebi mais um monte de cartas. Passei-as como quem folheia ansiosamente as folhas de um livro. Depois de me aperceber que o silêncio de Isabel permanecia, fui separando os envelopes, um a um: lá estavam a fiéis cartas da minha mãe, do meu pai, da Leonor. Mas senti um impulso de não as abrir. Naquele particular momento, sem influência do álcool, da noz de cola, só, naquela pujante e inebriante natureza, senti-me profundamente ligado a África e interiorizei que nunca mais de lá sairia. Em termos de paixão, só Isabel me ligava a Portugal.
Gigi
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