quinta-feira, 3 de maio de 2012

A Cor Púrpura


Baseado na obra de Alice Walker, vencedora do Pulitzer. O filme conta a história de Celie (Whoopi Goldberg), uma jovem garota negra no início do século 20 que, com 14 anos, está grávida de seu pai. Depois, casada, sofre os mesmos abusos de seu cruel marido. Sua única alegria, a irmã, é mandada para fora do país para trabalhar como babá. Até que começa a reconhecer seu valor e tenta viver livre de sofrimentos.

O filme é de 1985 e há uns anos eu já o tinha visto. Em 2009 fez 25 anos e fizeram uma reedição do mesmo e achei que o deveia voltar a ver.

Só há uma palavra para o descrever, brutal.

Gi

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Nós sobrevivemos ao 1ª de maio no Pingo Doce



Pois é, no dia 30/Abril, recebi a indicação que no dia seguinte, dia 1/maio o PD iria fazer uma mega promoção, aos cliente que fizessem compras com valores superiores a 100€, só pagariam 50€.

Tinha acabo de fazer compras no sábado, mas achei, que em época de crise, com cortes tanto no meu ordenado como no do Jota, era uma boa oportunidade de poupar, ou no caso trazer mais produtos por menos dinheiro.

Avisei uma série de gente e preparei uma lista.

No dia 1 de maio, dia do Trabalhador, lá fomos nós bem cedo, 9h para o PG de Alverca.

Quando lá chegámos, já não havia carros, portanto tivemos que nos desenrascar com uns cestos e com uns sacos daqueles grandes.

Como já havia preparano uma lista, foi mais ou menos fácil fazer todas as compras, desisti de comprar carne e peixe e ataquei os detergentes, leites e produtos alimentares ditos secos.

No meio da confusão ainda perdi um cesto, cheio de cerveja, biscoitos para a Matilda, papel higiénico, rolos de cozinha, margarina e manteiga, mas no geral consegui trazer o que pretendia. Às 10h estávamos a pagar e às 10h15m já estávamos em casa a arrumar as compras. Poupamos cerca de 100€ o que foi brutal. Claro que acho triste que o PD não tenha permitido aos seus colaboradores o gozo do dia do trabalhador, mas sinceramente, lá para casa foi uma grande ajuda. E digo-vos que se tivesse conseguido um carro ainda tinha comprado mais, mas já foi muito bom. Beijocas Gi  

O Diário de Anne Frank



Há dias encontrei esta versão do filme, tão antiga que ainda é a preto e branco, uma versão de 1959, tive de ver claro.

Gi

terça-feira, 1 de maio de 2012

Ao contário das Ondas

Em torno de dois homens e uma mulher, um retrato irónico e sensual da nossa sociedade. Em cada uma das quatro partes deste romance, uma personagem se desnuda ou tenta fazê-lo, até aos limites do possível, e uma sociedade consumista, hedonista e angustiada vai surgindo em seu redor. No entanto persiste em algumas dessas personagens, cuja trajectória de vida passou pelas grandes transformações do 25 de Abril, um conflito interior entre ideais e ambições. Assistimos a separações, novas ligações e frustrações de vária ordem e a conflitos de geração. Perto do final, uma decisão do governo sobre a privatização da justiça vem alterar o comportamento de várias personagens.

  Ao Contrário das Ondas é um romance intimista, a quatro vozes, que dissecam as delícias e armadilhas do amor, da amizade e dos ideiais, voláteis e permeáveis à passagem do tempo, ao cinismo e ambições sociais. Nele se reflecte sobre o capitalismo neoliberal e se avança com a hipótese da privatização parcial do sistema judicial: nele se rema contra a maré, combatendo as ondas da massificação e da globalização e acenando com valores e propostas de um futuro diferente

Já havia lido este livro há 5 anos, era o livro que estava a ler quando me foi diagnosticado o Linfoma e apesar de ter muito poucas páginas, demorei uma eternidade e lê-lo. Lembro-me de estar na sala de espera do Hospital Cuf Descobertas a tentar acaba-lo mas não me conseguia concentrar, lia as palavras, mas não conseguia reter as informações.


Parecia que o meu cerebro, não tinha capacidade para mais informações.


Ainda por cima, era um livro que havia sido recomendado pelo extinto clube de leitura da Casa do Pessoal do ISP e portanto achei que merecia uma segunda oportunidade.


Pois bem, 5 anos depois, lá peguei nele outra vez e li-o todo, desta vez totalmente concentrada e gostei.


Gi

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Comprámos um Zoo


Baseado na história de Benjamin Mee (Matt Damon), este filme conta a aventura da sua vida: recuperar um jardim zoológico com as poupanças da família, para salvar uma série de espécies exóticas ameaçadas pela possibilidade de extinção. Com a morte da mulher e um dos filhos numa fase complicada, contra a decisão do pai, Benjamin terá que superar as dificuldades inerentes a um sonho improvável… porque nem sempre é fácil acreditar nos sonhos.

Um filme fixe para ver, assim à tarde.
Gi

domingo, 29 de abril de 2012

Assim é o amor


Desde a noite dos óscares, que andava para ver este filme. Eu sou uma grande fã do filme, Música no Coração e quando me apercebi que Christopher Plummer participava neste filme, com esta idade a fazer o papel de Gay, achei que não o podia perder.

Como cá em casa, temos andado todos adoentados, temos aproveitado para ver bons filmes.

As vidas de Oliver (Ewan McGregor) e do seu pai Hal (Christopher Plummer) alteram-se radicalmente quando o segundo, seis meses depois de ter ficado viúvo, assume duas coisas totalmente inesperadas: que é homossexual e que se encontra num estado avançado de uma doença terminal. Com esta consciência de mortalidade, Hal começa a viver intensamente o tempo que lhe resta, encontrando disponibilidade para viver um grande amor com um homem mais novo, reformular a sua relação com o filho e, acima de tudo, encontrar a serenidade interior que nunca havia antes encontrado. Algum tempo após a morte inevitável de Hal, Oliver conhece Anna (Mélanie Laurent), compreendendo, finalmente, o verdadeiro significado do amor. Assim, compreenderá todo o alcance dos ensinamentos que o pai lhe tentou transmitir naqueles últimos meses de vida.

Gostámos muito, um filme diferente, com um ritmo muito particular e o Christopher Plummer mereceu este Óscar.

Gigi