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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Príncipe Lestat



Este foi um dos livros que tinha levado para as férias e nunca imaginei que iria demorar tanto a lê-lo.

E porquê?

Porque o livro é uma valente seca.

 Adorava a Anne Rice, já tinha lido muitos dos livros das crónicas dos vampiros (sim eu sei que é um assunto recorrente), li O Vampiro Lestat  1 e 2, A Rainha dos Malditos vol. 1 e vol. 2, A entrevista com o vampiro, etc. e tinha adorado todos.

O mês passado, passei por uma livraria e vi que havia um novo livro do Lestat  (o meu vampiro preferido) e não resisti.

Pois mas o livro além de grade é chato, só no último terço do livro é que comecei a gostar e claro que já não consegui ler todos os livros que tinha previsto.

Voltando à história, 

É o regresso das personagens que se tornaram eternas na imaginação e no coração dos leitores "Príncipe Lestat" é um romance épico, exuberante e ambicioso que reúne todos os mundos e seres das lendárias Crónicas do Vampiro.

Da atualidade ao antigo Egito, passando pela Cartago do século IV e pela Veneza renascentista, este romance apresenta criaturas fascinantes e anuncia sangue novo para saciar os leitores.

Neste livro, o mundo dos vampiros está em crise; em todo o mundo, a mando de uma Voz misteriosa, estes têm sido queimados e massacrados. Cabe então a Lestat e ao seu séquito de bebedores de sangue desvendar os segredos sobre quem é e o que quer a essa Voz.

Gi



terça-feira, 2 de agosto de 2016

Teoria Geral do Esquecimento


Sinopse

Luanda, 1975, véspera da Independência. Uma mulher portuguesa, aterrorizada com a evolução dos acontecimentos, ergue uma parede separando o seu apartamento do restante edifício – do resto do mundo. Durante quase trinta anos sobreviverá a custo, como uma náufraga numa ilha deserta, vendo, em redor, Luanda crescer, exultar, sofrer. 

Teoria Geral do Esquecimento é um romance sobre o medo do outro, o absurdo do racismo e da xenofobia, sobre o amor e a redenção. 



O meu interesse por histórias e escritores africanos já é conhecido e recentemente descobri que tinha lá em casa este livro (o meu escritório está uma bagunça, são livros por todo o lado).

Como era do Agualusa e já tinha lido outra obre dele, As mulheres do meu pai e como tinha adorado, decidi perder algum tempo com este.

O que despertou a minha atenção neste livro é que é baseado em facto reias, o escritor, teve acesso a partes do diário de Ludo, a mulher portuguesa que viveu 30 anos, fechada no apertamento em Luanda, bem como a fotos do seu apartamento.

Apesar de no livros de cruzarem outras personagens, a verdade é que não lhes prestei a devida atenção, porque estava cheia de curiosidade em saber, como é que alguém sobrevive, 30 anos dentro de 4 paredes.

O livro é muito bem, mas em dúvida, terei de lhe dedicar uma segunda leitura, para absorver todos os pormenores.

Gi

sábado, 18 de junho de 2016

O Sócio



Patrick Lanigan é um advogado inteligente, com um futuro promissor, novo sócio de uma firma de advocacia com bons contatos políticos.

Casado com uma bela mulher, pai de uma menina pequena, forja sua própria morte com um cadáver queimado, muda de identidade e foge com 90 milhões de dólares roubados de seus sócios e de um cliente.

Mas será que as coisas se passaram mesmo assim?


John Grisham é sem dúvida o melhor autor desse tipo de literatura, onde a temática sobre advogados são a base de todos os seus livros. Este é o segundo que leio, o 1º foi Os Litigantes  e fiquei fã.

O Sócio é um romance sobre ladrões de colarinho-branco, e é um dos livros mais famosos do autor.


Recomendo sem restrições!

Gi

sexta-feira, 17 de junho de 2016

O teu rosto será o último



Tudo começa com um homem saindo de casa, armado, numa madrugada fria. Mas do que o move só saberemos quase no fim, por uma carta escrita de outro continente. Ou talvez nem aí.
Parece, afinal, mais importante a história do doutor Augusto Mendes, o médico que o tratou quarenta anos antes, quando lho levaram ao consultório muito ferido. Ou do seu filho António, que fez duas comissões em África e conheceu a madrinha de guerra numa livraria. Ou mesmo do neto, Duarte, que um dia andou de bicicleta todo nu. 
Através de episódios aparentemente autónomos - e tendo como ponto de partida a Revolução de 1974 -, este romance constrói a história de uma família marcada pelos longos anos de ditadura, pela repressão política, pela guerra colonial. 
Duarte, cuja infância se desenrola já sob os auspícios de Abril, cresce envolto nessas memórias alheias - muitas vezes traumáticas, muitas vezes obscuras - que formam uma espécie de trama onde um qualquer segredo se esconde. Dotado de enorme talento, pianista precoce e prodigioso, afigura-se como o elemento capaz de suscitar todas as esperanças. Mas terá a sua arte essa capacidade redentora, ou revelar-se-á, ela própria, lugar propício a novos e inesperados conflitos?




Muito giro este livro que não tem uma leitura muito fácil, mas gostei imenso. 

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Quando estiveres triste, Sonha




Kitty e Louise Heaney despedem-se dos respectivos namorados, Julian e Michael, que vão combater na Segunda Guerra Mundial.

 As irmãs Heaney sentam-se à mesa da cozinha, todas as noites, para escrever cartas: Louise, ao noivo; Kitty, ao homem de quem anseia ardentemente receber um pedido de casamento; e a terceira, Tish Heaney, a um grupo de homens, sempre diferente, que ela vai conhecendo nos bailes da United Service Organization. 

Nas cartas que as irmãs enviam e recebem, há imagens fugazes e íntimas da vida, tanto na frente de batalha, como em casa. 

Para Kitty, uma jovem confiante e voluntariosa, a partida do namorado e as lições que aprende sobre amor, resistência e guerra trarão uma surpresa e revelarão um segredo, levando-a a uma acção radical em nome das pessoas que ama, que transformará para sempre a família Heaney.

 As consequências perenes das escolhas que as irmãs fazem são o centro deste magnífico romance sobre o poder do amor e a força duradoura da família.


Achei piada ao livro, que comprei por ser um livro de bolso. Faz parte do clube do livro da Oprah, acabei por gostar do livro, mas não gostei do final, aliás, tive de o reler 2 vezes, porque honestamente não estava compreender. 

Dá a sesação, de que avisaram a autora que não havia mais papel e que ela tinha mesmo de acabar o livro e pronto, lá a história acaba assim, sem mais nem menos.

Gi

quinta-feira, 28 de abril de 2016

Coleção Casa da Noite







Antes de mais nada, gostaria de alertar que estes livros, são livros juvenis.
Repito, são livros, Juvenis.

Dito, isto, posso passar, à parte em que ando a ler os livros na coleção Casa da Noite e estou a achar piada.

Zoey Redbird tem 16 anos e vive num mundo igual ao nosso, com uma única excepção: os vampyros não só existem como são tolerados.
Os humanos que os vampyros "marcam" como especiais entram na Casa da Noite, uma escola onde se vão transformar em vampyros ou, se o corpo o rejeitar, morrer. Para Zoey, apesar do medo inicial, ser marcada é uma verdadeira bênção. É que ela nunca encaixou no mundo normal e sempre sentiu quem estava destinada a algo mais. Mas mesmo na nova escola a jovem sente-se diferente dos outros: é que a marca que a Deusa Nyx lhe fez é especial, mostrando que os seus poderes são muito fortes para alguém tão jovem. Na Escola da Noite, Zoey acaba por encontrar amizade e amor, mas também mentira e inveja. 

Afinal,nem tudo está bem no mundo dos vampyros e os problemas que pensava ter deixado
para trás não se comparam aos desafios que tem pela frente.






Foi com base nesta sinopse, que adquiri o 1º livro e depois, como o mesmo não acaba no fim,
quer dizer, o fim do livro, não é o fim da estória, fiquei curiosa e comprei o 2º.

A verdade é que já vou no 6º livro e pretendo, lê-los todos, para ficar a saber como acaba
a saga.

Os livros, falam de vampiros, coisas que eu adora e apesar de serem mesmo juvenis, não são livros para adultos, não quero saber e estou a ler e divirto-me e não me chateio.

São livros fixes, para quem tem filhas adolescentes. Para quem estiver interessado, deixo-vos aqui a possibilidade de lerem os primeiros capítulos



Gi


terça-feira, 26 de abril de 2016

Quando Lisboa tremeu


Lisboa, 1 de Novembro de 1755. A manhã nasce calma na cidade, mas na prisão da Inquisição, no Rossio, irmã Margarida, uma jovem freira condenada a morrer na fogueira, tenta enforcar-se na sua cela. Na sua casa em Santa Catarina, Hugh Gold, um capitão inglês, observa o rio e sonha com os seus tempos de marinheiro. Na Igreja de São Vicente de Fora, antes da missa começar, um rapaz zanga-se com a sua mãe porque quer voltar a casa para ir buscar a sua irmã gémea. Em Belém, uma ajudante de escrivão assiste à missa, na presença do rei D.José. E, no Limoeiro, o pirata Santamaria envolve-se numa luta feroz com um gangue de desertores espanhóis. De repente, às nove e meia da manhã, a cidade começa a tremer. Com uma violência nunca vista, a terra esventra-se, as casas caem, os tectos das igrejas abatem, e o caos gera-se, matando milhares. Nas horas seguintes, uma onda gigante submerge o Terreiro do Paço, e durante vários dias incêndios colossais vão aterrorizar a capital do reino. Perdidos e atordoados, os sobreviventes andam pelas ruas, à procura dos seus destinos. Enquanto Sebastião José de Carvalho e Melo tenta reorganizar a cidade, um pirata e uma freira tentam fugir da justiça, um inglês tenta encontrar o seu dinheiro, e um rapaz de doze anos tenta encontrar a sua irmã gémea, soterrada nos escombros.


Gosto muito dos livro do Diogo Amaral, já li o Verão Quente e o Enquanto Salazar dormia. Este livro fala claro está dos dias seguinte ao terramoto e posso dizer que o final do livro me surpreendeu.

quando li o livro da Marquesa de Alorna, verifiquei que nunca tinha lido nada sobre esta temática e ao encontrar um livro, ainda por cima deste autor não hesitei. 

Gostei bastante e lê-se num instante.

Gi




sexta-feira, 22 de abril de 2016

Marquesa de Alorna



Sinopse:
Leonor, Alcipe, condessa d’Oeynhausen, marquesa de Alorna - nomes de uma mulher única e invulgarmente plural. Chamei-lhe Senhora do Mundo. Poderia ter-lhe chamado senhora dos mundos. Dos muitos mundos de que se fez senhora. Inconfundível entre as elites europeias pela sua personalidade forte e enorme devoção à cultura, desconcertou e deslumbrou o Portugal do séc. XVIII e XIX, onde ser mãe de oito filhos, católica, poetisa, política, instruída, inteligente e sedutora era uma absoluta raridade. 
Viveu uma vida intensa e dramática, mas jamais sucumbiu. Privou com reis e imperadores, filósofos e poetas, influenciou políticas, conheceu paixões ardentes, experimentou a opulência e a pobreza, a veneração e o exílio. Viu Lisboa e a infância desmoronarem-se no terramoto de 1755, passou dezoito anos atrás das grades de um convento por ordem do Marquês de Pombal e repartiu a vida, a curiosidade e os afectos por Lisboa, Porto, Paris, Viena, Avinhão, Marselha, Madrid e Londres. 
Marquesa de Alorna, Senhora do Mundo é uma história de amor à Liberdade e de amor a Portugal. A história de uma mulher apaixonada, rebelde, determinada e sonhadora que nunca desistiu de tentar ganhar asas em céus improváveis, como a estrela que, em pequena, via cruzar a noite.


Muito interessante, gostei imenso. O livro começa com o terramoto de 1755, nunca tinha lido nada sobre o assunto. Fiquei fã da Marquesa.

O livro tem cerca de 700 páginas e pesa 1kg. Eu preferi a versão de "livro de bolso", que na verdade de bolso tem muito pouco, parecia um tijolo pequenino.
Óptima leitura para férias.

Gi

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Loanda




No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história da cidade de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles se fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas.» Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, a autora leva-nos até Luanda do século XVII, de encontro ao percurso, queda e ascensão dos escravos e exilados do reino português. Cruzando a História com um ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é ainda marcada pelo tom biográfico de personagens que deixaram a sua marca naquele território.


Sinopse

No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história da cidade de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles se fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas.» Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, a autora leva-nos até Luanda do século XVII, de encontro ao percurso, queda e ascensão dos escravos e exilados do reino português. Cruzando a História com um ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é ainda marcada pelo tom biográfico de personagens que deixaram a sua marca naquele território.

Gostei bastante, claro, entretanto descobri que a mesma autora já lançou outro livro - Angola As Ricas Donas, tenho de ler.

Gi


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Dracula de Bram Stoker



O autor de "Drácula", Bram Stoker, nasceu perto de Dublin, na Irlanda, em 1847. O seu livro "Drácula" foi recontado de diversas maneiras e continua a inspirar novas versões, particularmente para filmes. Trazemos até vós uma versão deste livro fantástico considerado uma das mais poderosas histórias de terror de todos os tempos. O Conde Drácula continua a ser uma das figuras mais populares da ficção de horror com o seu estilo negro e melancólico, os episódios de sede de sangue envolvendo os leitores e apelando ao seu apetite por lugares misteriosos. Apesar de o mundo ter mudado desde que o livro foi escrito, o mesmo não aconteceu com os nossos medos — motivo por que Drácula continua a ser um clássico imperdível

Aqui encontramos o Vampiro mais popular da ficção de horror com o seu estilo negro e melancólico, os episódios de sede de sangue que envolve os leitores e apela ao seu apetite por lugares misteriosos 

Como já devem ter percebido adoro filmes, livros e series sobre vampiros e a verdade é que ainda não tinha lido o “pai” de todos os livros/filmes sobre este tema.

Não desgostei, (parecia mal, dizer que não gostei de um clássico), tive em consideração que foi escrito há quase 2 seculos e pronto fica aqui registado, para memória futura.

Gigi

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Os Litigantes



Finalmente este verão decidi voltar a ler com prazer, arrumei a agenda e decidi que tinha de arranjar tempo para ler e consegui.

Aproveito para ler no comboio, nas viagens de e para o trabalho , claro, isto quando não estou perdida de sono e aproveito os minutos preciosos para dormir e durante os treinos de footsal do M.

Sim, eu sei que os outros pais estão lá à conversa a dizerem que o meu filho é melhor que o outro, etc., mas eu vou aproveitando aquela hora e meia para ler e a verdade é que assim, num instante tenho lido uns livros muito divertidos (palavra de ordem, para esta fase da minha vida).

Gostei imenso deste livro, nunca tinha lido nada deste autor, mas gostei super simples, divertido e com aquele cheirinho a estratégias legais que eu tanto gosto.


Os dois sócios da firma de advogados Finley & Figg referem-se muitas vezes à própria firma como uma boutique: chique, seletiva, próspera. Obviamente, não é nada disso. Aquilo que é de facto é uma firma de dois sempre à procura do grande caso que mudará tudo. As suas especialidades, por assim dizer, são os divórcios rápidos e a condução sob o efeito do álcool, de vez em quando com o jackpot de um verdadeiro acidente de viação. Depois de vinte anos juntos, Oscar Finley e Wally Figg mais parecem um casal velho. Mas eis que chega a mudança. Ou melhor, entra aos tropeções. David Zinc, um advogado jovem, mas já queimado, abandona a carreira acelerada numa elegante firma do centro, embebeda-se e vai literalmente parar à porta da nossa firma-boutique. Já um pouco mais sóbrio e subitamente consciente de que está desempregado, aceita trabalhar na Finley & Figg. Agora com um novo membro, a F&F está pronta para agarrar um grande caso, que os pode tornar muito ricos sem que tenham de trabalhar muito. Krayoxx, um medicamento muito popular para reduzir o colesterol em doentes obesos e produzido por um gigante da indústria farmacêutica, está sob fogo depois de vários casos de ataques cardíacos associados ao tratamento. Wally já sente o cheiro do dinheiro. Uma pequena pesquisa na Internet confirma as suspeitas de Wally: uma grande firma da Florida está a preparar uma ação contra a Varrick, a farmacêutica em questão. A única coisa que a Finley & Figg tem de fazer é encontrar meia dúzia de pessoas que tenham tido ataques cardíacos enquanto tomavam Krayoxx, convencê-las a tornarem-se clientes e prepararem-se para a fama e a fortuna.Com um bocadinho de sorte, nem sequer terão de ir a tribunal! Parece quase bom de mais para ser verdade.E é.


quinta-feira, 19 de novembro de 2015

A Colónia do Diabo




Ao fundo das Montanhas Rochosas, a terrível descoberta de centenas de corpos mumificados desperta a atenção internacional e provoca uma acesa controvérsia. Apesar das dúvidas quanto à origem desses corpos, a comissão local da Herança Nativa Americana reivindica os restos mortais pré-históricos, assim como os estranhos artefactos encontrados na mesma gruta: placas de ouro gravadas com uma escrita desconhecida. No decorrer de uma manifestação no local da escavação, uma antropóloga tem uma morte horrível e é reduzida a cinzas numa violenta explosão à vista das câmaras de televisão.

 Todas as provas apontam para um grupo radical de nativos americanos, do qual faz parte uma jovem militante que consegue escapar com algumas dessas valiosas placas. Perseguida, ela pede ajuda à única pessoa que poderá ajudá-la: o seu tio, Painter Crowe, diretor da Força Sigma. Para ajudar a sobrinha e descobrir a verdade, Painter dá início a uma guerra entre as mais poderosas agências de espionagem do país. Surge contudo uma ameaça ainda maior quando uma assustadora reação em cadeia nas Montanhas Rochosas provoca uma catástrofe geológica que põe em perigo a metade ocidental dos E.U.A.

 Painter Crowe une forças com o comandante Gray Pierce para desvendar os segredos de uma sombria cabala que manipula a história americana desde a fundação das treze colónias. Mas conseguirá Painter descobrir a verdade - e causar a queda de governos - antes que tudo o que lhe é caro seja destruído?

 Estou tão orgulhosa de mim mesma, este é o 2º livro que li este ano. 

Tenho de ser sincera, ao inicio estava a acha-lo uma granda seca, mas de meio para o fim, acabei por gostar. 

 Nunca tinha lido nada deste autor e na verdade este tipo de enredos, não são propriamente os meus favoritos. 
 Gigi

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Verão Quente



Sinopse
“Em 1975, no auge do Verão Quente, com Portugal à beira de uma guerra civil, Julieta é encontrada inanimada e cega, depois de cair pela escada, na sua casa de família na Arrábida. E, num dos quartos do primeiro andar, são descobertos, já mortos, o seu marido, Miguel, e a sua irmã, Madalena. Seminus e ambos atingidos com duas balas junto ao coração, as suas mortes levam o tribunal a condenar Julieta pelo duplo homicídio. Vinte e oito anos depois, em 2003, a cegueira traumática de Julieta desaparece e ela volta a ver. Começa também a recordar-se de muitos pormenores daquela tarde trágica em que aconteceu o crime, e em conjunto com Redonda, a sua bonita filha, e o narrador da história, vão tentar reconstituir e desvendar o terrível segredo da Arrábida, que destruiu aquela família para sempre. Quem matou Miguel e Madalena e porquê? Será que eles eram mesmo amantes, como a polícia suspeitou? Será que Julieta descobriu a traição infiel do marido e da irmã? Ou será Álvaro, ex-marido de Madalena e um dos «Capitães de abril», o mandante daquele crime?”

Estou tão orgulhosa de mim mesma.

Desde que sou mãe tenho muito pouco tempo disponível para mim, mas este ano, consegui nas férias ler alguns livros, coisa que o ano passado foi de todo impossível.

Verão quente é o 2º livro deste autor que leio, o outro que li foi “Enquanto Salazar dormia” e gostei bastante. Não sou grande fã de policiais, mas este livro está muito giro. Na verdade o meu interesse neste livro está relacionado com os acontecimentos em Portugal no pós 25 de Abril e de uma forma simples, conseguimos compreender o que se passou.

Ainda por cima, encontrei uma edição em mini-livro, que adoro, pesa menos, dá para por no saco da praia.

Recomendo.
Gigi

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

A Culpa é das Estrelas


Apesar do milagre da medicina que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita.

PERSPICAZ, ARROJADO, IRREVERENTE E CRU, A Culpa é das Estrelas é a obra mais ambiciosa e comovente que o premiado autor John Green nos apresentou até hoje, explorando de maneira brilhante a aventura divertida, empolgante e trágica que é estar-se vivo e apaixonado.

Tal como previsto,a A Culpa é das Estrelas, foi o 2º livro a ser lido nestas minha férias e tenho de confessar que gostei muito. Pode dizer-se que é um livro para adolescentes (talvez), mas é sobretudo um livro que retrata a vida de uma adolescente com cancro.

Com este tema seria espectável  que alguma personagem do livro acabasse por morrer e de facto isso acontece, mas não deixa de ser uma magnífica história.

Fiquei a saber que o filme já está a ser rodado, estou deserta para o ver.

Obrigada à Priscila, que me deu a conhecer este livro, que gostei muito e que passou a fazer parte de mim.

Gigi

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Desamor



Desamor, era um dos livros, que me havia proposto ler nesta férias e foi uma prova superada.

Li-o no 1º fim de semana, um livro que se lê muito bem, trata-se de uma compilação de histórias de Desamor, enviadas ao autor, pelo fã/seguidores do seu blog.

Curiosamente não gostei, não que não estejam bem escritas, mas são todas histórias triste, como era de esperar, de mulheres que viveram desilusões de amor e portanto não há nada para gostar.

Claro que assim, a esta distância e não sendo eu interveniente direta nas diferentes histórias, posso dizer que se estava mesmo a ver que as coisas não iriam dar certo, mas o amor, tal como tudo na nossa vida, é uma maratona e não uma corrida de 100 metros e portanto implica um aprendizagem, escolhas e prioridades.

Acho que nós, mulheres, ainda precisamos de aprender umas coisas, nesta campo do amor e das relações.

Gigi


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

A Conquista do Sertão



1888: Pedro Costa, um jovem herdeiro ribatejano, desembarca em Benguela no paquete Zaire para resgatar os erros cometidos pela mão das ilusões da vida boémia lisboeta, deixando para trás um primeiro amor não resolvido. Trilhando um caminho irregular e agreste como o sertão africano, que se vai dividindo, ao longo dos anos, entre conquistas e derrotas, entre os perigos desmedidos e os encantos invencíveis de Angola, Pedro Costa persiste na busca de um único destino. Nada o detém ou faz esmorecer a sua perseverança: nem as suas aventuras e desventuras comerciais, as sublevações dos Quilengues, a proclamação da República na metrópole ou o desaire comercial das suas empresas provocado, em 1914, pelo início da Primeira Guerra Mundial. A concretização do seu sonho e do seu destino cumpre-se, já no final da vida, através da aquisição da Quilemba, uma fazenda de cultivo de algodão e café, projeto que ganha força e prospera após a sua morte, cumprindo o desígnio do seu dono, quando partiu de Lisboa, décadas antes.

 A obra A Conquista do Sertão foi publicada, pela 1ª vez em 1930, sendo o único romance do escritor.

Apesar de ser um tema de adoro, achei o livro uma valente seca. Não gostei o estilo, nem da escrita.

É no entanto curioso, verificar que no inicio do século XX, Portugal atravessava uma crise, que se reflectia principalmente na falta de emprego e que as colónias, principalmente Angola, surgiam como uma terra de oportunidades e que hoje, um século depois, Portugal continuam numa crise, desta feita uma crise não só económico-financeira, mas também crise de valores e Angola, agora um país independente volta a apresentar-se como uma terra de oportunidades.

Não será de exigir  aos nossos políticos que estudem História e Economia e História Económica e sei lá mais o que, para ver se compreendemos onde é que estamos a errar e evitar que daqui a 100 anos estejamos na mesma ou em pior situação.

Gigi


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Giane


(Foto gentilmente cedida por GianecchiniLovers)

Tive uma semana de férias ( sobre isso falarei no próximo post) e aproveitei para ler o livro do Giane e confesso que foi uma agradável surpresa.

É certo que o título já diz tudo, mas estava longe de imaginar que o livro me interessaria tanto, fala da sua doença e da sua luta, com muitos pormenores que desconhecia por completo, fala da sua carreira desde o inicio até à atualidade e fala da sua vida, da sua terra da sua família, e está um livro muito bonito, nada lamechas, que gostei bastante.

Fiquei a saber que o Giane, tb é escorpião e isso reflete-se muito na nossa personalidade (acho eu) e achei fixe alguns pormenores antigos sobre as suas prestações em novelas, muitas delas que eu acompanhei aqui em Portugal.

Já tinha feito referência ao livro aqui, mas só agora me foi possível ler/devorar, num pequeno interregno antes dos exames de Setembro.

Adorei.
Gigi

sábado, 20 de julho de 2013

Bala Santa


Bala Santa é o 2º livro de uma coleção que começa com "O Último Papa", o 3º livro é  e "A Mentira Sagrada" e que termina com “A filha do Papa”,facto que só me apercebi já a meio do livro.

Não é que faça grande diferença, mas teria sido mais giro ler a história do principio, desde o momento em que as personagens se conhecem.

Adoro livros com e sobre Papas, mas este estilo de suspense não faz muito o meu género.

Mas ok, não desgostei.

Foi este o livro que comecei a ler na semana que estive de férias em Cabo Verde e só consegui acabar agora. Tenho saudades de ler livros. Com esta coisa da faculdade todos os livros que leio, são para o curso.

Sinopse:
Que acontecimentos estiveram por detrás da tentativa de assassinato do Papa na praça do Vaticano em 1981? Quem é, e o que sabia verdadeiramente Alia Agca, o turco que disparou contra João Paulo II?
Que forças ocultas gerem os destinos da igreja católica e conseguem nomear e destronar Papas, ocultando impunemente as suas acções?
Uma jornalista internacional, um ex-militar português, um muçulmano que vê a Virgem Maria, um padre muito pouco ortodoxo que trabalha directamente sob as ordens do sumo pontífice, vários agentes dos serviços secretos mais influentes do mundo e muitos outros personagens dos quatro cantos do globo, envolvem-se numa busca pela verdade e descobrem que ela nem sempre é útil. Pelo menos não o foi para João Paulo II.


Gigi

terça-feira, 28 de maio de 2013

Vida, Arte e Luta


Reynaldo Gianecchini está em Portugal para apresentar o seu livro «Giane – Vida, Arte e Luta». A obra conta a história do ator, inclusive a batalha que venceu contra um linfoma de Hodgkin.

Hoje por volta das 18h estará na FNAC do Colombo para a apresentação do seu livro e certamente para dar autografos.

Tem dado muitas entrevistas e tem sido figura principal nos telejornais.

Sábado será o convidade de Daniel Oliveira no programa Alta Definição.


Tenho muita curiosidade em ler este livro.
Gigi

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Por quem os sinos dobram


Em 1937, Ernest Hemingway decidiu ir para Madrid, a fim de aí realizar algumas reportagens sobre a resistência do governo legítimo de Espanha ao avanço dos revoltosos fascistas. Três anos mais tarde, concluiria a elaboração do mais famoso romance sobre a guerra civil de Espanha, Por Quem os Sinos Dobram. A história de Robert Jordan, um jovem americano das Brigadas Internacionais, membro de uma unidade guerrilheira que combate algures numa zona montanhosa, é uma história de coragem e lealdade, de amor e derrota, que acabou por constituir um dos mais belos romances de guerra do século XX. «Se a função de um escritor é revelar a realidade», escreveria o editor Maxwell Perkins em carta dirigida a Hemingway após ter concluído a leitura do seu manuscrito, «nunca ninguém o fez melhor do que você.»

Nunca tinha lido nada do Hemingway, mas desde que tínhamos estado em Havana e bebemos um mojito na Bodeguita del medio, um dos sítios predilectos do Hemingway, que andava para ler.




Foi um desafio lançado pelo seguidor, "um certo Gaiense" e eu aceitei. Gostei bastante, é um retrato muito real do que terá sido a guerra civil espanhola.

Gigi