
Amigas do meu coração, sei que tenho sido um pouco negligente com vocês, mas espero que me perdoem e que compreendam.
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Não tenho dado, no meu blog, e só no blog, o realce que este vosso projecto merece, mas agora que perece que tudo voltou um pouco mais ao normal não podia deixar de vos homenagear.
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Mas para variar também quero fazer um apelo, como sabem, quando os bilhetes foram postos à venda, eu estava num stress desgraçado. E como tal, não me lembrei de fazer a reserva dos bilhetes para a grande estreia.
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Já houve umas almas caridosas que me despensaram 2 bilhetes, para este grande dia, mas precisavade mais 1. Portanto se alguma de vós tiver um bilhetinho a mais que me possa dispensar, eu ficaría eternamente grata.
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Foram todos com tanta sede ao pote, que na sexta-feira quando contactei a bilheteira, fiquei a saber que já não havia lugares. Vá lá é só um bilhete, até posso ficar de pé, ou sentada nas escadas, o que não posso é deixar de estar presente para vos abraçar neste dia tão especial.
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E agora algo sobre esta peça:
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"Encenador Rui Germano prepara “Rosa Esperança” em Rio Maior Uma peça de teatro contra o cancro da mama.
Primeiro foi mãe. Ultrapassou um cancro da mama há 26 anos. Depois a amiga Cláudia partiu muito cedo. “Rosa Esperança”, uma peça de teatro encenada por Rui Germano, conta histórias reais de sete mulheres que enfrentaram a doença e vai ser apresentada em Rio Maior.
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Um jovem encenador de Rio Maior, advogado de profissão, está a preparar um espectáculo de teatro baseado em histórias reais de mulheres que enfrentaram o cancro da mama. Rui Germano, 37 anos, é o “comandante”, como lhe chamam nos ensaios que decorrem no Cine-Teatro de Rio Maior aos domingos. Elas são sete mulheres com histórias diferentes, mas com uma coisa em comum: o cancro da mama.
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O projecto do grupo “Quem não tem cão” (http://equemnaotemcao.blogspot.com/) arrancou em Outubro e vai estrear a 4 de Abril na cidade. Qualquer semelhança com a realidade é intencional. A base é real, mas as experiências estão baralhadas propositadamente. “Realidade e a ficção estão de tal forma embrulhadas que nós próprios já temos dificuldade em perceber se isto foi mesmo assim ou não”, diz o encenador que reuniu as histórias de “Rosa Esperança”. Rosa, nome de mulher e da luta contra o cancro da mama. “Esperança porque é aquilo que todas as mulheres têm quando iniciam este processo”, diz o encenador.A história relata a evolução da doença. A descoberta, a ida ao médico, o medo do diagnóstico, o internamento, a cirurgia e os tratamentos. “Não há aqui traição, nem amor, nem suspense”, avisa o encenador."
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beijocas grandes Gigi.